De 9 a 15 de fevereiro de 2026
Comecei a semana com minha primeira ação de síndica, visando melhorar a qualidade de vida no prédio: lavagem da caixa d’água, que estava imunda. Depois do Carnaval vamos consertar o telhado, repor a fiação dos interfones , trocar a fechadura do portão e as lâmpadas da garagem. Passei um dia inteiro organizando a contabilidade do condomínio e pagando as contas atrasadas, para começar bem minha gestão de síndica.
Comecei a escrever um conto, inspirada pelas sugestões de Welington de Melo, a quem estou seguindo no substrack. Ele gostou do parágrafo que eu postei, mas ainda falta desenvolver a história, seguindo as dicas de edição que ele vem dando. Estou pesquisando os concursos literários com inscrições abertas, pensando seriamente em me arriscar. Vai que cola...
Fiz meu cadastro de produtora cultural. Estou com várias ideias de projetos pra inscrever no Funcultura.
Recife choveu muito no começo da semana, mas São Pedro deu uma trégua pro povo brincar o Carnaval.
Sexta-feira de Carnaval o Maracatu Real da Várzea (MRV) tocou na concentração do Bloco Tirando o Queijo, na frente da Igreja da Várzea, logo após a missa, às 19h40. Saimos em cortejo da Praça da Várzea até a igreja, na Praça do Rosário, arrastando foliões pelas ruas do bairro (foto). Minha coluna se ressentiu com o peso da alfaia por mais de duas horas, por isso assim que terminou o batuque voltei pra casa.
Passei o sábado em casa me dedicando a faxinar, fazer o cadastro de produtora cultural, ler, estudar inglês no Duolingo e , por fim, começar a quarta temporada de Bridgerton no Netflix. Sempre gostei de Carnaval, mas este ano falta ânimo (e companhia) pra ir pro Recife Antigo e Olinda, e sobram problemas de coluna. Resolvi ficar mesmo no meu bairro, pela praticidade, embora sinta falta do glamour.
Domingo fui pro desfile da Burra da Várzea, pelas ruas do bairro, assisti um grupo de afoxé no palco da Praça e acompanhei o desfile de um maracatu de baque virado de Jaboatão dos Guararapes, muito organizado, com figurino lindo. Não aguentei ficar para assistir os shows que estavam programados: minha coluna e meus pés já estavam doendo e o calor estava infernal: voltei pra casa pra tomar um banho refrescante, jantar e ver Bridgerton.
Terminei o domingo vendo na TV uma parte do desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula contando sua saga, desde a infância. Primeira vez que se colocou na avenida um enredo político. A Direita tentou, mas não conseguiu impedir a apresentação.






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