Semana 32 - Flores de plástico não morrem
De 4 a 10 de maio
- Dia das Mães para minha família é sinônimo de almoço farto. Fui pra casa de minha irmã Ethinha e meu irmão Jaciel, com a companhia de Nalvinha e meu sobrinho Gabriel, para comer um cozido maravilhoso. Como de praxe, levamos um bocado para comer em casa, além de presentes de abacate, milho verde, pão francês, munguzá, pinhas e pacotes de pipoca. Saí de lá carregando uma sacola bem pesada. Ainda ganhei uma flor de plástico (essas não morrem jamais...(foto) e um protetor labial. Conversas, dominó e café com o bolo especial de maçã que eu fiz. Foi um dia feliz.
- A perspectiva de chuvas intensas, com possibilidade de alagamentos, me fez perder o Forrobodó no Clube das Pás, na sexta-feira, que homenageou Dominguinhos. E acabou que choveu só um pouquinho...
- Muito bom o VII Festival de Chorinho, no Teatro Santa Isabel, que comemorou o centenário de Pixinguinha e o retorno do Grupo Pernambucano de Choro, criado pelo maestro Marcos César, homenageado da vez. Teve participação de Spok e de Beto do Bandolim, além de outros gênios do choro.
- Foi ótima a consulta de Nalvinha com meu mastologista, José Peixoto. A gente nem precisou pedir, ele vai fazer a cirurgia no Hospital do Câncer. Só aguardar o exame de imunohistoquímica para marcar a data.
- Tô cheia de dúvidas em relação a levar avante meu projeto com o Funcultura. A ideia é boa, mas exige uma disponibilidade que não tenho, tô focada só em escrever. E ainda nem sei se dá pra ganhar uma grana que compense a trabalheira.
- Preciso fazer uma lista das coisas que tenho de resolver, porque são muitas e eu ando muito dispersa...

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